• Jenni

    A minha irmã me apresentou os podcast do Jovem Nerd. Ela baixou dois no celular dela e ficamos ouvindo no rádio do carro enquanto íamos pra faculdade. A edição era excelente.
    Nada como uma linguagem que flui, você capta a mensagem rapidamente e quando se dá conta já leu, 10, 50, 100 páginas sem precisar voltar no parágrafo e ler tantas vezes quanto possível pra entender o que tá escrito. Eu te entendo: livros de Direito são complicados. No meu primeiro ano, pegava livros cheios de latim e não entendia, hahaha. Aliás, até hoje, quando pego uma sentença ou uma peça de advogado pra ler, eles colocam expressões em latim (confesso que algumas expressões eu nem entendo e tenho que pedir ajuda pro Dr. Google, hehe).

  • hagazo

    No meu primeiro período, o primeiro contato que tive com Direito foi um livro simplesmente impossível de ler. O autor provavelmente seguiu aquela ideia de que “se pode complicar, vamos complicar ao extremo”. Era uma pessoa que falava difícil claramente pra mostrar “superioridade intelectual”, que acreditava que quanto mais palavra complicada, mais inteligente ela pareceria. Pra mim isso é bobagem, sempre foi. Quanto mais acessível é a linguagem, melhor, independente da complexidade do tema. A sensação que eu tinha quando tentava ler o livro era de que a pessoa que escreveu fez isso com um dicionário de sinônimos do lado, e TODAS as palavras eram pesquisadas lá pra pegar os sinônimos mais estranhos e diferentes.

    Eu valorizo muito mais a simplicidade do que linguagem rebuscada desnecessária.